Escultura de Rodin na Pinacoteca
Os Retirantes no Masp
- Mosteiro de São Bento
Blog de pesquisas e questionamentos relacionados ao meu curso de Artes Visuais (EAD) pela UFRGS
Escultura de Rodin na Pinacoteca
Os Retirantes no Masp
Passeando pelo site projetáveis da 7ª bienal pude perceber como a arte atual é heterogênea e o quanto se torna difícil adivinhar tendências futuras. Graças a sua volatilidade, ela exige dos artistas mudanças tão rápidas que impossibilitam a cristalização de um estilo expressão, aliado é claro, às mudanças tecnológicas e as invenções.
Os artistas da Bienal, não só os do "projetáveis", e alguns é claro, em sua ânsia de dizer muito através da sua obra, acabam não dizendo nada e muitas vezes a Arte acaba ocupando um lugar inverso, não agregando, não comunicando.
A Arte hoje é muito questionada e até negada por alguns, mas é através dela que se mudam valores aparentemente inquebráveis, através de seu poder trasnformador e questionador. Mas é preciso reformulá-la, para que não se perca o sentido óbvio das coisas.

O filme “O Sorriso de Monalisa” traz à tona uma série de questões relacionadas à padrões de arte, de casamento, de comportamento, de mudança e quebras de paradigmas e o pior dos padrões, o do pensamento. Vivemos no século XXI e ainda temos de “engolir” os padrões de pensamento com conceitos ultrapassados, um pé aqui e outro no passado. Acredito que existem mudanças na forma de apreciar a Arte e acho que ela vem sendo mais valorizada não só como obra, mas como contexto social, como forma de pesquisa, até de insulto, mas sobretudo como um nova forma de reavaliarmos o mundo.